Prólogo III - O fim do começo
Olá pessoal! Depois de muito tempo sem escrever, voltamos à história "O Alce, o Koala e o Vento", com a terceira parte do prólogo sobre os personagens.
Divirtam-se!
Diego, El Chico Koala
Em um dia de sol, Gabriela Cuarón e Armandito Marques estavam passeando pelo centro de Buenos Aires, em frente à Casa Rosada. Estavam apaixonados. Entre suspiros e risadinhas prometeram amor eterno um ao outro. Eram adolescentes e, para selar sua paixão, resolveram partir para uma viagem de intercâmbio para Austrália. Obviamente não contaram para seus pais que iriam juntos, mas conseguiram, com muito custo, convencê-los a não os mandarem para os Estados Unidos. Queriam algo novo, onde pudessem se encontrar sem que ninguém ficasse perturbando. Seus pais achavam que a Austrália era apenas um grande deserto com um monte de cangurus e mais nada.
Então foram. O casal conseguiu se arranjar para ficarem na mesma cidade, para que pudessem estudar juntos e se encontrar sempre. Teriam um ano para isso, um ano inteiro... quase não se controlavam de tanta emoção.
Chegaram na Austrália como dois pombinhos apaixonados. Se viam todos os dias com muito mais liberdade de fazer o que quisessem do que tinham em Buenos Aires. Obviamente, toda essa liberdade não deu certo. Um mês depois de chegarem, Gabriela ficou grávida e, na semana seguinte, brigou com Armandito por ele ter engraçado com uma australiana loura de um metro e oitenta e olhos verdes. Nove meses depois do incidente, Gabriela se viu em uma sinuca de bico: não podia contar para seus pais que teve um filho, e não podia contar com a ajuda de Armandito. Depois de muitas lágrimas, deixou a criança dentro de um cesto a boiar em um rio numa floresta próxima à cidade onde morava.
Algumas horas depois, o cesto prendeu em um galho, na beira do rio e lá ficou. Até que uma família de Koalas o avistou e o salvou da morte certa. Os Koalas eram muito amistosos e o criaram com muito carinho. A criança rapidamente aprendeu a se relacionar com os animais da floresta e ficou amigo de um canguru serelepe que vivia a aprontar confusões pela savana. O canguru era muito bom de Boxe, e ensinou o menino a se defender dos perigos dos predadores da floresta. Um dia até o salvou do ataque de um Ornitorrinco Mau-Humorado que queria bater no menino quando ele disse que não sabia que raio de bicho estranho era aquele.
Porém, um belo dia, o Canguru serelepe resolveu entrar em um prédio estranho que ficava em uma floresta. Os dois passaram por uma grade e entraram. Na parte de trás do prédio havia uma pequena jaula onde se encontravam 3 koalas. O menino ficou muito triste e, ele e o Canguru, resolveram salvar os pobres bichinhos. No entanto, os bichinhos não eram inofensivos não. Na verdade, o prédio era um laboratório de genética onde eles estavam alterando Koalas geneticamente para uso de guerra, mas ainda não os tinham testado completamente, então eram mantidos separados de outros animais. Os Koalas eram muito nervosos e atacavam tudo o que viam pela frente. Com o Menino não foi diferente. O atacaram com muita violência, mas o Canguru o ajudou a se desvencilhar e fugiram para a floresta.
O pobre menino caiu doente depois do ataque e passou duas semanas em estado semi-consciente e com muita febre. Mamãe-Koala não sabia mais o que fazer. Até que o menino acordou de vez e a febre passou. Todos ficaram felizes e a vida do menino mudou muito, pois estava entendendo melhor o que os Koalas estavam dizendo, não mais passava mal ao comer eucalipto e era tão ágil quanto seus coleguinhas. Inclusive já conseguia até ganhar do seu amigo Canguru na luta de Boxe.
Tudo que é bom dura pouco e, quando o menino tinha uns quinze anos, uns ativistas brasileiros, que estavam fazendo intercâmbio na mesma cidade que Gabriela e Armandito haviam ficado 15 anos antes, acharam o pobre garoto. O ensinaram a falar português e inglês e lhe disseram que eram ativistas de um Grupo Fundado para Ajudar as Crianças Brasileiras que Foram Criadas por Grupos de Animais em Diversos Lugares do Mundo (ou GFACBFCGADLM para ficar mais fácil). Com o tempo levaram o garoto para o hospital e fizeram testes de paternidade e maternidade, pois mães do Brasil inteiro tinham ido ao programa do Ratinho dizer que tiveram seus filhos seqüestrados quando eles nasceram. Acabaram descobrindo, em uma amostra de sangue anônima vinda da Argentina, que o garoto era filho de argentinos. Logo, era Argentino também. Foi uma loucura, começaram campanhas no mundo inteiro para manterem o garoto na Austrália porque lá era muito melhor e os brasileiros logo esqueceram do menino. Não antes, é claro, de fazerem um concurso mundial para batizar o menino-Koala. O ganhador do concurso foi um garoto que trabalhava na xerox em um lugar qualquer no Brasil. Ele disse: "Já que o tal Koala é argentino, porque não dar a ele o nome do ‘Deus’ argentino: Diego"
Anos depois de toda confusão, Diego estava sozinho e o dinheiro da GFACBFCGADLM estava acabando. Foi à floresta visitar seus amiguinhos (os quais não deixou de visitar após ter descoberto sua origem). Quando chegou lá, viu a Mamãe-Koala sendo seqüestrada por 8 homens do laboratório que ele tinha invadido anos antes. Viu também seu amigo Canguru lutando para salvá-la e caindo no chão com um tiro de um dos homens. Diego enlouqueceu de raiva e saltou com tudo para cima dos assassinos. Atacou-os com extrema violência e raiva até ter eliminado todos. Quando parou, percebeu que suas mãos estavam diferentes (parecidas com patas de koala) e seus braços estavam peludos. Quando se acalmou os pelos sumiram e as mãos voltaram ao normal. Não sabia mais o que fazer. Despediu-se da Mamãe-Koala e fugiu para o coração da floresta.
Divirtam-se!
Diego, El Chico Koala
Em um dia de sol, Gabriela Cuarón e Armandito Marques estavam passeando pelo centro de Buenos Aires, em frente à Casa Rosada. Estavam apaixonados. Entre suspiros e risadinhas prometeram amor eterno um ao outro. Eram adolescentes e, para selar sua paixão, resolveram partir para uma viagem de intercâmbio para Austrália. Obviamente não contaram para seus pais que iriam juntos, mas conseguiram, com muito custo, convencê-los a não os mandarem para os Estados Unidos. Queriam algo novo, onde pudessem se encontrar sem que ninguém ficasse perturbando. Seus pais achavam que a Austrália era apenas um grande deserto com um monte de cangurus e mais nada.
Então foram. O casal conseguiu se arranjar para ficarem na mesma cidade, para que pudessem estudar juntos e se encontrar sempre. Teriam um ano para isso, um ano inteiro... quase não se controlavam de tanta emoção.
Chegaram na Austrália como dois pombinhos apaixonados. Se viam todos os dias com muito mais liberdade de fazer o que quisessem do que tinham em Buenos Aires. Obviamente, toda essa liberdade não deu certo. Um mês depois de chegarem, Gabriela ficou grávida e, na semana seguinte, brigou com Armandito por ele ter engraçado com uma australiana loura de um metro e oitenta e olhos verdes. Nove meses depois do incidente, Gabriela se viu em uma sinuca de bico: não podia contar para seus pais que teve um filho, e não podia contar com a ajuda de Armandito. Depois de muitas lágrimas, deixou a criança dentro de um cesto a boiar em um rio numa floresta próxima à cidade onde morava.
Algumas horas depois, o cesto prendeu em um galho, na beira do rio e lá ficou. Até que uma família de Koalas o avistou e o salvou da morte certa. Os Koalas eram muito amistosos e o criaram com muito carinho. A criança rapidamente aprendeu a se relacionar com os animais da floresta e ficou amigo de um canguru serelepe que vivia a aprontar confusões pela savana. O canguru era muito bom de Boxe, e ensinou o menino a se defender dos perigos dos predadores da floresta. Um dia até o salvou do ataque de um Ornitorrinco Mau-Humorado que queria bater no menino quando ele disse que não sabia que raio de bicho estranho era aquele.
Porém, um belo dia, o Canguru serelepe resolveu entrar em um prédio estranho que ficava em uma floresta. Os dois passaram por uma grade e entraram. Na parte de trás do prédio havia uma pequena jaula onde se encontravam 3 koalas. O menino ficou muito triste e, ele e o Canguru, resolveram salvar os pobres bichinhos. No entanto, os bichinhos não eram inofensivos não. Na verdade, o prédio era um laboratório de genética onde eles estavam alterando Koalas geneticamente para uso de guerra, mas ainda não os tinham testado completamente, então eram mantidos separados de outros animais. Os Koalas eram muito nervosos e atacavam tudo o que viam pela frente. Com o Menino não foi diferente. O atacaram com muita violência, mas o Canguru o ajudou a se desvencilhar e fugiram para a floresta.
O pobre menino caiu doente depois do ataque e passou duas semanas em estado semi-consciente e com muita febre. Mamãe-Koala não sabia mais o que fazer. Até que o menino acordou de vez e a febre passou. Todos ficaram felizes e a vida do menino mudou muito, pois estava entendendo melhor o que os Koalas estavam dizendo, não mais passava mal ao comer eucalipto e era tão ágil quanto seus coleguinhas. Inclusive já conseguia até ganhar do seu amigo Canguru na luta de Boxe.
Tudo que é bom dura pouco e, quando o menino tinha uns quinze anos, uns ativistas brasileiros, que estavam fazendo intercâmbio na mesma cidade que Gabriela e Armandito haviam ficado 15 anos antes, acharam o pobre garoto. O ensinaram a falar português e inglês e lhe disseram que eram ativistas de um Grupo Fundado para Ajudar as Crianças Brasileiras que Foram Criadas por Grupos de Animais em Diversos Lugares do Mundo (ou GFACBFCGADLM para ficar mais fácil). Com o tempo levaram o garoto para o hospital e fizeram testes de paternidade e maternidade, pois mães do Brasil inteiro tinham ido ao programa do Ratinho dizer que tiveram seus filhos seqüestrados quando eles nasceram. Acabaram descobrindo, em uma amostra de sangue anônima vinda da Argentina, que o garoto era filho de argentinos. Logo, era Argentino também. Foi uma loucura, começaram campanhas no mundo inteiro para manterem o garoto na Austrália porque lá era muito melhor e os brasileiros logo esqueceram do menino. Não antes, é claro, de fazerem um concurso mundial para batizar o menino-Koala. O ganhador do concurso foi um garoto que trabalhava na xerox em um lugar qualquer no Brasil. Ele disse: "Já que o tal Koala é argentino, porque não dar a ele o nome do ‘Deus’ argentino: Diego"
Anos depois de toda confusão, Diego estava sozinho e o dinheiro da GFACBFCGADLM estava acabando. Foi à floresta visitar seus amiguinhos (os quais não deixou de visitar após ter descoberto sua origem). Quando chegou lá, viu a Mamãe-Koala sendo seqüestrada por 8 homens do laboratório que ele tinha invadido anos antes. Viu também seu amigo Canguru lutando para salvá-la e caindo no chão com um tiro de um dos homens. Diego enlouqueceu de raiva e saltou com tudo para cima dos assassinos. Atacou-os com extrema violência e raiva até ter eliminado todos. Quando parou, percebeu que suas mãos estavam diferentes (parecidas com patas de koala) e seus braços estavam peludos. Quando se acalmou os pelos sumiram e as mãos voltaram ao normal. Não sabia mais o que fazer. Despediu-se da Mamãe-Koala e fugiu para o coração da floresta.
